domingo, 17 de abril de 2011

Auto-retrato

     Corpo tipo espada, comprido e fino. O maior órgão do corpo não é tão branco como a neve, mas não anda longe. Aqueles que vos vêm, castanhos, mas o verde também tem uma palavra a dizer. Tal como os de antes, aquela coisa que me aquece as ideias também é da cor do casaco que visto hoje. E aquela certa parte que às vezes cheira o que não quer, tem um toque de requinte, há quem diga que estará perto da perfeição. 
     Eu penso que penso que sou um grande pensador, atento e observador.
   A confiança não reina em mim, mas por vezes ela lá vem por fim. A raridade com que eu desisto é praticamente nula, embora a vontade não seja a maior em certas ocasiões. Sou sempre eu mesmo, não tenho duas caras. 
     Chegam-me a dizer “sai de casa”, um pouco exagerado porém, ou então não; no entretanto isso está a mudar. Sou amigo daquele que também o é, e não é qualquer um que o pode ser. Arrogante quando tem de ser, um método que uso como defesa, talvez exagere na sua utilização. Sempre foi difícil a integração em grupos, mas ao longo dos anos fui aprendendo e ainda contínuo...

2 comentários:

  1. A honestidade não é uma virtude a que todos têm direito. Apenas aqueles que se regem pela humildade e sinceridade herdam esse direito porque a procuram como lei que rege a vida. Este auto-reratato prova isso, embora por vezes não sintas o que real valor que tens. Mas nós que te conhecemos sabemos avaliar a excelente pessoa que és. Pena daqueles que se cruzam contigo na vida e não o sabem reconhecer. Nunca esqueças que apesar de alguns momentos que possam parecer diíceis a vida não deixa de ser bonita e bonito tamém é tudo aquilo a que te possas propor fazer.

    Sempre com muito amor por ti

    Fernanda

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  2. desculpa Nuno este voto no "podia estar melhor" foi por engano
    fernanda

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